Como se pode constatar, a criação se constitui à custa de um esforço antinatural atuando na contramão da presença do nada e a novidade que ela cria a partir do surgimento cósmico submetido pela degenerescência, fruto da entropia. Representando o aparecimento de um rompimento espontâneo no equilíbrio inercial, dessa forma, ela significa o novo que luta para se constituir. O mesmo ocorre em todas as transformações químicas ou físicas existentes na Natureza, refletida no fenômeno da perda de energia, que significa o decaimento da força vital.








