O sofrimento não é uma coisa, mas um estado e por isso, ele não possui consistência ontológica. Sua virtualidade é decorrência das alterações cerebrais que ele nos causa e por isso, seu sentir é relativo. A caracterização do ser humano como corpo, psique e espírito poderá contribuir em nossa compreensão das diversas origens de nossos sofrimentos como resultantes de condições próprias, diante dos quais devemos tomar atitudes de reflexão e comedimento.

Zenão de Cítio, fundador do Estoicismo







