Ressonâncias mórficas

Foi o biólogo RUPERT SHELDRAKE em sua obra “Ciência Sem Dogmas” (Ed Cultrix, SP, 2014) que constatou a presença de ressonâncias mórficas, ou seja, a repetição das vibrações de objetos em torno de outros, provocando o surgimento de reações antecipadas, precipitando assim a sua concretização em menos tempo. Trata-se aqui, de experiências abstratas só detectáveis por meio de nossa capacidade espiritual.

Rupert Sheldrake

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As causas determinantes

No transcorrer dos fenômenos, o que se observa é a verificação de que, em cada acontecimento, há uma série de fatores que concorrem para a sua eclosão. Não obstante, a prática das ciências tende a levar em conta apenas uma causa principal, como forma de pesquisa esclarecedora do fenômeno, contribuindo assim, para facilitar a sua devida compreensão.

Heráclito

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Imanência e transcendência do amor

PLATÃO, filósofo grego do IV sec a. C., no seu diálogo BANQUETE ou SYMPOSIUM , trata o amor de uma forma abrangente, caracterizando-o como escadas para nossa ascensão até o amor absoluto e desinteressado. Então, estamos diante de um fenômeno que é em princípio puramente sexual, necessário à procriação da prole, mas que só se completa à maneira de SÓCRATES, como doação espontânea de afeição. Mais tarde, os autores passaram à distinção entre o amor filial (philia), o amor sexual (eros) e o amor ético (ágape), como as principais diferenças que o coloca como essencial á perfeição humana.

Rumi, místico árabe

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As concretudes do virtual

Virtuais para nós são a percepção do espaço e do tempo, o sentir de nossa vida como vivência; nossos sentimentos, como o amor, a culpa, nossas infidelidades; a sucessão dos números, a percepção de nosso eu como substância e espiritualidade abstrata. Dessa forma, é pela presença de um Espírito em nós que conseguimos atingir a realidade do mundo virtual, ou seja, a concretude dos fenômenos etéreos, não materiais.

Jorge Luis Borges

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O universo é uma simulação quântica?

A pergunta surge a partir da semelhança de procedimentos existentes entre os poderes investigativos dos computadores quânticos e a criatividade original que a Natureza oferece aos nossos olhos. Contudo, o computador quântico é apenas uma máquina que, mesmo tendo tais propriedades, não se coloca em perspectivas semelhantes.

Nick Bostrom

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Computadores digitais, computadores quânticos

Os computadores digitais funcionam a partir da oscilação dos bits ou pulsações entre o zero e o um, dos quais resultam informações autônomas  produzindo cálculos  e diversos efeitos, como a captação de novos sistemas de informática, a inteligência artificial, facilitando a pesquisa. Já os computadores quânticos funcionam a partir de qubits ou um emaranhado de superpostos informáticos, conseguindo efeitos inusitados, por sua complexidade e na solução de problemas cruciais cuja solução não é fácil de ser encontrada.

John Preskill

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Funções de onda ou colapsos quânticos

A realidade se encontra sustentada por colapsos quânticos que nossa inteligência não consegue compreender, transformações descabidas que se encontram além da racionalidade como nós a entendemos, demandando um verdadeiro milagre em seu surgimento. Daí a sua natureza quântica. A função de onda, segundo ERWIN SCHRÖDINGER, é um cálculo matemático destinado à facilitar a localização  de um eletro que flutua aleatoriamente dentro do átomo e é assim que ele causa os colapsos quânticos.

Erwin Schrödinger

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A transcendência por meio do espirito

Inúmeras evidências nos asseguram que apesar de nosso corpo ser mortal, nossa alma é dotada de imortalidade, por ter sido criada não na dimensão material, mas sim numa dimensão virtual, mas muito concreta em nossas experiências comuns. A partir das sensações de quase morte, passamos para as experiências das comunicações telepáticas, abarcando depois nossos informes oferecidos pela religião, nos quais JESUS CRISTO nos assegura, de forma peremptória, a certeza de nossa imortalidade, em inúmeras passagens do Novo Testamento.

Charles Sanders Peirce

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Os aconteceres estão sempre presentes

O aparente parece que é real, mas não é. Não obstante, ele pode se tornar concreto em função da distância e do tempo. É o que ocorre ao contemplarmos o céu estrelado  na ocasião da explosão de uma estrela super nova. Tendo em vista que a distância pode configurar algo que já se foi, podemos concluir que as coisas podem ser sempre perceptíveis em suas existências, pois a partir das miríades de parcelamentos do espaço, como no mundo virtual, sempre haverá algum expectador disponível para apreciar o ocorrido.

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O universo, uma obra de arte

Considerar o Universo como uma obra de arte resulta natural, pois como nos disse PLATÃO, seu arranjo merece o espanto diante de tantas originalidades e coincidências perpassando suas estruturas. Com efeito, importa-nos considerar alguns aspectos fundamentais que o tornam especial em sua complexidade e organização. Então vejamos:

Amit Goswami

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