Em primeiro lugar, a luz é um fenômeno natural, por se manifestar na Natureza de uma forma espontânea a partir das forças quânticas que a condicionam, retirando o planeta da escuridão, por meio de seus relâmpagos Assim ela, manifestando–se ora como partícula positiva (fótons), ora como onda (elétrons, negativos), segundo a experiência da dupla fresta de THOMAS YOUNG, em 1801, suas manifestações são quânticas, por se situarem numa perspectiva de transformação algébrica: mais com mais dá mais; mais com menos dá menos; menos com menos dá mais.

Dessa forma, ela também pode ser considerada sobrenatural, por se situar numa dimensão etérea, dissipando as trevas da escuridão ambiente e também proporcionando o esclarecimento de nossa mente, nos colocando nos umbrais da espiritualidade, através da qual podemos alcançar a divindade e dizer: ‘DEUS É LUZ”, assim identificando nossas origens sobrenaturais.
Sem dúvida, as potencialidades que a luz apresenta a partir do progresso tecnológico, nos demonstram que ela é uma forma de energia que se coloca acima do espaço e do empo, gerando e permitindo avanços consideráveis, igualmente no campo de nossa existência e no campo da saúde de nosso corpo.
Igualmente, somos dependentes da luz do sol para que possamos enxergar, através do qual podemos concluir que, sem ela, não teríamos condições de viver e criar uma civilização. Sem dúvida, sem a luz solar, seríamos como vermes que habitam as profundezas do mar.
Em complemento, nós seres humanos, que vivemos e morremos, está reservada, pela fé, a certeza da presença de um raio de luz divina que vai nos iluminar, pois a morte é apenas uma perda dos sentidos, que não afeta nossa condição de criaturas criadas por Deus, e conforme nos asseverou CRISTO: ’Eu sou a luz do mundo, quem me segue não anda nas trevas, mas terá a luz da vida’ (Jo 8:12).