Os referenciais da matemática

A matemática ou ciência dos números, constitui-se a partir de relações abstratas, virtuais, constatadas na experiência de nossa razão, pela quantidade, uma categoria da realidade. É um trabalho puramente inédito a partir das relações que alguns gênios estabelecem, na intenção de compreender o fato de que o Universo seja tão preciso em suas estruturas.

Equação de Schrödinger

Para começar, o famoso teorema de PITÁGORAS (sec V a.C.) foi estabelecido a partir das áreas adjacentes do triângulo retângulo, no qual os catetos apresentam quadrados cuja soma representa o dobro do quadrado da hipotenusa. Daí a fórmula A²=B² +C² na qual está simbolizada a área adjacente da hipotenusa e B e C representam as áreas quadradas relativas aos catetos.

No que respeita à famosa fórmula de EINSTEIN E=mc² , na qual a energia se relaciona com a matéria, representando que ela pretende concluir que, com a aceleração da matéria, multiplicada pelo quadrado da velocidade da luz, torna-se possível constatar que matéria e energia são intercambiáveis, como também passa a indicar que uma pequena parcela de matéria tem muita potencialidade energética.

Por outro lado, a famosa equação de ERWIN SCHRÖDINGER tem por finalidade caracterizar a função de onda, ou seja, o aspecto eletrônico do salto quântico, que permitiria a localização do elétron dentro do átomo. O símbolo central da fórmula é letra grega (fi), presente em ambos os lados da equação. No primeiro lado, representa a energia cinética da onda do elétron. Já o segundo lado representa a energia potencial resultante (V) no mesmo elétron. Ora, tudo isso resulta muito estranho ao pretender explicar a intensidade do salto quântico que o elétron executa, ao mudar a sua colocação no átomo.

Como se observa, a exatidão com que os fenômenos cósmicos se manifestam, levaram muitos cientistas a indagar se DEUS não seria um matemático (Cfr. MARIO LIVIO, DEUS é Matemático? Ed Record, RJ. 2010). Contudo, como pela razão, em DEUS tudo é mistério, só nos cabe reconhecer que se o Universo não tivesse esta precisão, nós não estaríamos aqui para constatar Sua Existência. Por isso, só nos resta o caminho da fé, que procura explicar tudo de outra forma e não aquela pela razão, cuja utilidade é para nós apenas como um instrumento que nos serve apenas para constituir nosso saber e não tem condições de compreender a totalidade da mágica da criação.