Segundo pesquisas cosmológicas, a natureza mais íntima do Universo é constituída pela vibração permanente de uma energia oscilatória que não se extingue, permanecendo constante em seu equilíbrio de soma zero. Ora, se isto ocorre no mundo microfísico, por desdobramento de um processo quântico criativo, o mesmo se sucede no mundo macro, cuja dissolução de seus corpos, pela entropia, não significa sua extinção, pois retornam ao mundo atômico acrescidos da memória de suas existências.


“Tarde te amei, ó velha e nova Beleza, tarde Te amei. Tu estavas comigo e eu longe de Ti, sem perceber-Te“. Foi assim que STO AGOSTINHO procurou conciliar a mística do neoplatonismo com sua crença cristã, na certeza de que as manifestações estéticas do Universo não são outra coisa que a revelação de um ato criador provindo de Deus.





