O tema referente à morte em perspectiva transcendente implica em fazer uma distinção entre a cultura Oriental (budista) e a Ocidental (materialista), pois os budistas encaram a morte como um momento de libertação das amarras do corpo, enquanto os ocidentais a enxergam simplesmente como uma perda irreversível da vida. Para os primeiros a morte é a entrada de nossa alma nos arcanos do nada que é tudo, enquanto o Ocidente materialista, não cristão, a vê como um fato recorrente advindo de uma Natureza indiferente.








