(Em homenagem a Romano Oresten)
O sofrimento é o resultado de pertencermos ao mundo cósmico. Sob condições naturais, nosso organismo sofre as contingências de sua materialidade, tornando as circunstâncias da vida extremamente precárias. Os filósofos têm se debatido, através da história, para explicar a existência de tanto mal e, lamentavelmente, não têm conseguido apresentar uma explicação razoável para este mistério que nos envolve de uma maneira tão dramática. Continue lendo
ALBERT EINSTEIN (1879-1955) publicou, em 1905, três estudos de Física, todos eles impactantes. Era uma verdadeira façanha para um físico alemão que trabalhava meio período no Escritório de Patentes da Suiça, em Berna. Os estudos explicavam o movimento browniano, (ou o deslocamento aparentemente aleatório de partículas em suspensão num meio fluido), o efeito fotoelétrico (ou a emissão de elétrons quando expostos a uma radiação eletromagnética, como a luz, sobre uma placa metálica) e a relatividade especial. Em 1915, eles se seguiram de outro marco, a teoria da relatividade geral. Essa teoria foi comprovada de maneira espetacular apenas quatro anos depois por observações durante um eclipse solar. Einstein se tornou um nome familiar. Ele recebeu o prêmio Nobel em 1921 pelo seu trabalho com o efeito fotoelétrico. Em 1933, Einstein se mudou para os Estados Unidos e assinou uma famosa carta alertando o presidente Roosevelt sobre o risco dos alemães desenvolverem uma arma nuclear, o que levou à criação do Projeto Manhattan. 