“Tarde te amei, ó velha e nova Beleza, tarde Te amei. Tu estavas comigo e eu longe de Ti, sem perceber-Te“. Foi assim que STO AGOSTINHO procurou conciliar a mística do neoplatonismo com sua crença cristã, na certeza de que as manifestações estéticas do Universo não são outra coisa que a revelação de um ato criador provindo de Deus.
A presença da beleza no Universo é um indicativo forte de que a criação não é apenas um projeto físico-material, pois que possui igualmente fortes aspectos estéticos, virtuais e presentes em todos os objetos e acontecimentos. Assim, tudo o que aparece na Natureza possui um quantum de beleza cujos detalhes se espraiam por toda parte, nos capacitando a percebê-los, pela presença em nós de um Espírito que os sustenta.







