Ateus, graças a Deus

Ninguém seria ateu se não possuisse inteligência e capacidade mental para questionar a existência apodítica de Deus. Pois, crer em Deus é mais evidente do que não crer, quando sentimos que há motivos de sobra para se constatar pistas de Sua Presença tanto imanente ao Universo vivo, como transcendendo ao mesmo, nos arcanos de nossa sensibilidade intuitiva, baseada na fé. Continue lendo

Viver é conquistar

A contemplação do espetáculo da Natureza, criando e destruindo a vida de forma tão intensa, nos leva imediatamente a pensar se tal situação seria apenas uma rotina macabra ou se, por traz dessa luta fratricida, não é possível detectar um propósito, uma ideia diretriz de finalidade. Continue lendo

Adão e Eva não são apenas ficções!

Atualmente estão os biólogos muito preocupados em descobrir porque a raça humana de hominídeos evoluiu em tão pouco tempo, contrariando a tese clássica de Darwin baseada na seleção natural. Alguns deles chegam a aventar que algum extraterrestre teria inoculado no DNA dos primatas um gene especial que permitiu com que a raça humana, queimando etapas, pudesse alçar rapidamente ao domínio da natureza e do espaço sideral (sic). Continue lendo

A Religião, um valor social objetivo

Quando se fala em valores, costuma-se distinguir entre os subjetivos e os objetivos. Os valores subjetivos são aqueles introjetados em nosso íntimo, as convicções, os arquétipos que instintivamente dirigem nossas ações. Já os objetivos são aqueles materializados em conquistas positivas, como a democracia em instituições políticas, ou as obras de arte, num determinado contexto cultural. Continue lendo

Semioses Paralógicas

Os paralogismos surgem em função da natureza virtual de nossas ideias, que são diferentes de nossas sensações corporais e bastante inadequadas para compreender a racionalidade da natureza material. Na interpretação clássica, o paralogismo é um raciocínio falso com aparência de verdade, por não contar, em suas premissas, com a precisão compatível com as conclusões obtidas (Aristóteles). Distingue-se dos sofismas, por ser involuntário. Continue lendo