Por que não sou agnóstico

A palavra agnóstico diz respeito a nossa capacidade de conhecer (gnose), a convicção da impossibilidade de atingir o que seja a verdade ou a consistência final das coisas. Esta é uma atitude que tem sido muito comum entre filósofos e cientistas que concluem pela incapacidade, a partir da ciência, de alcançar qualquer razão transcendente. Trata-se, pois, de uma forma extremada de ceticismo. Continue lendo

Terrorismo e regimes de terror

Como instrumento de ação política, o terrorismo representa o estilo mais sorrateiro e o mais perverso nas lutas de enfrentamento pelo poder. Presente na história da humanidade desde os seus primórdios, tem o terrorismo adquirido em tempos recentes uma importância cada vez mais acentuada, fruto do agravamento dos contrastes culturais e das tensões políticas, agravadas pelo processo intenso de globalização. Continue lendo

Sobre as realidades virtuais

Em intensidade crescente, todos temos sido testemunhas de que as experiências virtuais estão cada vez mais ocupando um lugar central em nossas vidas. Tendo por origem os processos acelerados das transformações tecnológicas, a relatividade do espaço-tempo, os computadores, a instantaneidade fugidia das imagens televisivas, tudo se torna momentâneo, provisório, descartável, artificial, substituível. Continue lendo

Sentidos, mente, espírito

A diferenciação entre os nossos sentidos, nossa mente e o espírito que os alimenta, constitui um tema por demais explorado entre os estudiosos da psicologia e, é claro, pela sua complexidade, pode dar origem a muitos modelos de abordagem, o que passa a caracterizar nossas diferentes visões da realidade. Continue lendo

Reino dos céus, reino do espírito

Pela fé, somos levados a crer que, após a morte, habitaremos um lugar de ventura ou sofrimento, segundo as nossas boas ações praticadas nesta vida. Não obstante, esta perspectiva “ética” da vida não deve se sobrepor àquela outra, “estética” da existência, com fundamento no convívio da perfeição do Espírito. Continue lendo

Os valores nas escolas

Falar de valores nas escolas é denunciar a ausência deliberada e displicente de um aprendizado sistemático daqueles comportamentos que formam a personalidade de cada aluno, preparando-o para ser um verdadeiro cidadão. Deveria ser um aprendizado de bons hábitos, pelo acompanhamento diuturno de como cada aluno vem se comportando, não só em relação ao rendimento escolar, mas, sobretudo, no relacionamento social. Continue lendo

Os símbolos encontrados

Para Katherine Salomon, uma das principais personagens do último livro de DAN BROWN O Símbolo Perdido, está sendo criada uma ciência nova que investiga as relações do pensamento com as coisas e os acontecimentos, a noética, que será a coqueluche do Século XXI, por desvendar a importância dos símbolos como performadores de novas realidades, tão reais como quaisquer aparências do mundo físico. Continue lendo