Dentro da semiótica da linguagem, importa aceitar o princípio lógico de que quanto mais um conceito é extenso, se aplicando a muitas coisas, menos ele se torna compreensível, por ausência específica de conteúdo. Como exemplo, o conceito mais extenso é o de SER, que se aplica a tudo, mas se torna muito próximo do nada ou do não ser (SARTRE), por não ter consigo um predicado específico que o identifique. Contudo, podemos alcançar o máximo de compreensão se nos referirmos apenas à individualidade dos conceitos, como a especificidade dos objetos e das pessoas. Em contraposição, para PARMÊNIDES de Eleia, o ser não pode não ser; é tudo, não havendo espaço para o nada.








